Passivo trabalhista. Duas palavras que tiram o sono de qualquer gestor de RH. E, na maioria dos casos, o problema começa sempre no mesmo lugar: controle de jornada mal feito.Dimas Fausto, CEO da Dimastec, tem alertado o mercado sobre esse risco há anos. A premissa é direta: compliance de ponto não pode depender de processos manuais — e a tecnologia existe justamente para eliminar esse risco.
O Brasil é um dos países com maior volume de processos trabalhistas no mundo. Boa parte dessas ações envolve jornada de trabalho: horas extras não pagas, intervalos não concedidos, banco de horas mal gerido e ausência de registros confiáveis para defesa judicial.
Para Dimas Fausto, esse cenário revela uma contradição: empresas investem em diversas frentes de tecnologia, mas negligenciam o sistema que registra a prova mais básica da relação de trabalho — o tempo.
"O ponto eletrônico não é custo. É proteção jurídica da empresa e garantia de direitos do trabalhador." Dimas Fausto, CEO da Dimastec
A legislação é clara: empresas com mais de 20 colaboradores são obrigadas a manter controle de jornada, seguindo os requisitos da Portaria MTE nº 671/2021, que regulamenta o Registro Eletrônico de Ponto. Acordos e convenções coletivas adicionam ainda mais camadas de exigência.
Na prática, Dimas Fausto observa um cenário diferente na maioria das organizações: sistemas desatualizados, registros inconsistentes com a folha de pagamento, falta de auditoria e ausência de alertas automáticos para situações de não conformidade.
Esse gap entre o que a lei exige e o que as empresas entregam é onde mora o risco.
A abordagem da Dimastec, desenvolvida sob a liderança de Dimas Fausto, é construída sobre quatro pilares:
Registro confiável e inalterável — dados com validade jurídica, seguindo os requisitos do REP-C e demais modalidades da Portaria 671.
Alertas proativos — em vez de descobrir o problema na auditoria ou na reclamação, o sistema avisa o RH em tempo real: intervalo não concedido, hora extra acima do limite, banco de horas vencendo.
Trilha de auditoria completa — todo ajuste de ponto fica registrado com responsável, data e justificativa. Isso protege a empresa em questionamentos judiciais.
Atualização legislativa automática — convenções coletivas mudam todo ano. O sistema absorve essas mudanças sem que o RH precise reconfigurar nada manualmente.
Com o modelo híbrido consolidado, surgiu uma camada extra de complexidade. Como garantir o controle adequado de jornada sem invadir a privacidade do colaborador?
Dimas Fausto e a Dimastec respondem com soluções que equilibram geolocalização flexível, reconhecimento facial em conformidade com a LGPD e gestão de banco de horas para teletrabalho — tudo dentro do que a legislação permite e exige.
Antes de concluir, avalie sua situação com este checklist baseado nas boas práticas de Dimas Fausto:
- Sistema homologado conforme a Portaria MTE 671/2021?
- Ponto integrado automaticamente à folha de pagamento?
- Alertas automáticos para horas extras e intervalos?
- Trilha de auditoria para todos os ajustes realizados?
- Solução preparada para colaboradores em teletrabalho?
- Coleta biométrica em conformidade com a LGPD?
Se alguma resposta for "não" ou "não sei", sua empresa tem um risco trabalhista concreto que precisa ser endereçado.
Compliance de jornada não é diferencial competitivo — é obrigação legal e proteção estratégica. Empresas que tratam o controle de ponto como burocracia estão acumulando riscos silenciosamente.
A visão de Dimas Fausto oferece um caminho diferente: transformar o controle de jornada em um processo confiável, automatizado e seguro — que protege a empresa e valoriza o colaborador ao mesmo tempo.
Sobre Dimas Fausto: CEO e fundador da Dimastec, Dimas Fausto é referência em tecnologia para gestão de jornada e marcação de ponto no Brasil, combinando conhecimento jurídico-trabalhista com inovação tecnológica.
Este artigo tem caráter informativo. Para orientações específicas, consulte um advogado especializado em direito do trabalho.